Após os rumores que surgiram no início desta semana, o Google finalmente confirmou que vai adquirir a Fitbit por US$ 2,1 bilhões. A fabricante conhecida por suas pulseiras e relógios inteligentes será incorporada à gigante de tecnologia, juntando-se à equipe de hardware da empresa.

De acordo com as declarações das duas companhias, parece que os futuros wearables vão utilizar o sistema Wear OS. Mesmo com a aquisição, a Fitbit afirma que os seus produtos continuarão trabalhando com dispositivos iOS e Android no futuro.

O Google afirmou em um comunicado publicado em seu blog que a empresa se mantém “comprometida com o Wear OS e com nosso ecossistema de parceiros, e planejamos trabalhar próximos à Fitbit para combinar o melhor das nossas respectivas plataformas para smartwatch e fitness tracker”.

A companhia também garantiu que os dados coletados pelas pulseiras inteligentes não serão utilizados para anúncios, embora tenha alertado que haverá uma coleta de dados, assim como ocorre em outras plataformas.

“Similar aos nossos outros produtos, com os wearables, seremos transparentes sobre os dados que coletamos e por quê. Nós jamais venderemos informações pessoais. Os dados de saúde e bem-estar da Fitbit não serão utilizados para anúncios do Google. E nós daremos aos usuários da Fitbit a opção de revisar, mover ou apagar seus dados”, afirma a empresa no comunicado.

Por enquanto, não há detalhes sobre como serão os futuros dispositivos lançados como resultado dessa aquisição. Porém, esse plano do Google de unir o melhor dos dois mundos terá que ser muito bem executado para competir em um mercado crescente de pulseiras e relógios inteligentes, e que já oferece desde o sofisticado Apple Watch ao acessível Mi Band. Recentemente, até a Motorola anunciou que vai reviver seu Moto 360.

 

Fonte: Gizmodo, EngadgetGoogle